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Gaeco denuncia 14 pessoas por envolvimento com facção que bancava shows em casas noturnas de MT

Gaeco denuncia 14 pessoas por envolvimento com facção que bancava shows em casas noturnas de MT

Da Redação Rádio Aruanã FM

Quatorze pessoas foram denunciadas pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), nessa segunda-feira (15), por suspeita de envolvimento com uma organização criminosa na realização de shows em casas noturnas, em Cuiabá.

A denúncia é resultado da Operação Ragnatela, que identificou que os criminosos participavam da gestão das casas noturnas e, com isso, passaram a realizar shows de cantores nacionalmente conhecidos, custeados pela facção em conjunto com um grupo de promotores de eventos da cidade.

Saiba quem são e como agiam grupo com agentes públicos e faccionados investigados por lavagem de dinheiro em casas noturnas de Cuiabá

De acordo com a denúncia, um investigado atuava como o elo entre a facção e os agentes públicos (vereadores e agentes de fiscalização) que auxiliavam na realização dos eventos.

A denúncia ainda apontou que o grupo possui quatro estabelecimentos comerciais destinados à realização de eventos, sendo eles.

Agentes públicos

Em junho deste ano, a polícia identificou a participação de agentes públicos responsáveis pela fiscalização e concessão de licenças para a realização dos shows, que agiam sem observância da legislação.

À época, um vereador de Cuiabá e um policial penal estavam entre os alvos de busca e apreensão da operação. No entanto, ambos ficaram de fora da denúncia do Ministério Público.

Entenda o caso

Mais de 40 mandados de prisão e busca foram cumpridos durante a Operação Ragnatela, contra suspeitos de integrar a maior facção criminosa de Mato Grosso, responsável por promover shows nacionais e lavar dinheiro em casas noturnas de Cuiabá.

Segundo a Polícia Federal, foram cumpridos oito mandados de prisão e 36 de busca e apreensão, em Mato Grosso e no Rio de Janeiro, além do sequestro de imóveis e veículos, bloqueio de contas bancárias, afastamento de servidores de cargos públicos e suspensão de atividades comerciais.

As investigações identificaram que os criminosos participavam da gestão das casas noturnas e, com isso, o grupo passou a realizar shows de cantores nacionalmente conhecidos, custeados pela facção criminosa em conjunto com um grupo de promoters.

Fonte: Araguaia Notícia

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