Da Redação Rádio Aruanã FM
O delegado Bruno Abreu da Delegacia de Homicídios revelou que ele usou uma máquina de cartão de uma ex-companheira para se apropriar do limite de crédito do cartão da vítima. Conforme Bruno Abreu, o criminoso teve acesso a pouco mais de R$ 1 mil e a maior parte do dinheiro foi usada em apostas.
“Ele gastou pouco mais de R$ 1 mil, mas a maioria desse dinheiro que ele gastou foi em ‘jogo de tigrinho’. Então ele pegou o cartão de crédito, usou na máquina da mãe da filha dele e com base nesse dinheiro que ele recebeu, pagou o jogo do tigrinho”, afirmou o delegado em coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira (04).
O desaparecimento do empresário foi notificado à polícia no domingo (1º), após ele não aparecer em um almoço que havia sido marcado com um sobrinho. O corpo foi encontrado nessa terça-feira (03) e, poucas horas depois, assassino e a cúmplice que o ajudou a acessar o dinheiro da vítima foram presos.
Em depoimento, Giovani confessou que eles discutiram no sábado e entraram em vias de fato. Em determinado momento, a vítima caiu e bateu a cabeça, ficando inconsciente. Ao invés de pedir por socorro, o assassino amarrou a vítima e o escondeu em um local de difícil acesso dentro da empresa de reciclagem do empresário.
“Quando a vítima estava sendo amarrada, ela estava viva. Palavras do próprio suspeito”, disse o delegado em entrevista para a imprensa.
Giovani deverá ser indiciado por latrocínio, que é o roubo seguido de morte, e também por ocultação de cadáver. Já a ex-companheira deve ser indiciada por receptação.




