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Homem é condenado a 21 anos de prisão por matar namorada e gravar vídeo dela agonizando em Cuiabá

Publicado em 24 de junho de 2021

Segundo a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), Vanessa foi morta por asfixia e tinha sinais de espancamento pelo corpo.

Vanessa Tito Poquiviqui Ramos, de 21 anos, foi morta em 2018 — Foto: Divulgação

Vanessa Tito Poquiviqui Ramos, de 21 anos, foi morta em 2018 — Foto: Divulgação

A Justiça condenou Maycon Júnior da Silva Dantas a 21 anos de prisão, em regime inicialmente fechado, pelo assassinato da namorada Vanessa Tito Poquiviqui Ramos, de 21 anos, em janeiro de 2018, em Cuiabá. O Conselho de Sentença foi realizado nesta quinta-feira (24).

Maycon Junior da Silva Dantas, de 34 anos, está preso desde setembro de 2019.

Segundo a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), Vanessa foi morta por asfixia e tinha sinais de espancamento pelo corpo. Segundo a polícia, a vítima não tinha nenhuma queixa ou registro de violência praticada contra ela anteriormente.

A morte

 

Vanessa Tito Poquiviqui Ramos, de 21 anos, foi encontrada morta pela mãe do namorado — Foto: Facebook/Reprodução

Vanessa Tito Poquiviqui Ramos, de 21 anos, foi encontrada morta pela mãe do namorado — Foto: Facebook/Reprodução

Na ocasião, a vítima foi localizada pela mãe do suspeito, que acionou a polícia. No local, equipe de plantão da DHPP encontrou a jovem na cama do quarto do casal.

O corpo apresentava lesões no rosto, um corte de faca no supercílio e outro corte superficial no queixo.

A vítima morava há cerca de 1 mês na casa dos pais do namorado, à época com 30 anos.

Ele já tinha quatro passagens criminais, sendo três por violência doméstica, com vítimas diferentes, mas nenhuma contra a jovem morta.

A primeira foi registrada em 2009, por lesão corporal, com procedimento realizado pela Delegacia da Mulher de Cuiabá, tendo sido condenado nesse processo e, posteriormente, beneficiado com uso de tornozeleira.

Em 2011 respondeu procedimento na 2ª Delegacia de Polícia do Carumbé, por porte ilegal de arma de fogo de uso permitido, Lei 10826/03.

A terceira incidência criminal tramitou pela Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica), no crime de lesão corporal e injúria contra uma menor de idade.

A quarta passagem também está inserida na violência doméstica, no crime de lesão corporal. A autuação ocorreu no dia 5 de outubro de 2017, em inquérito na Delegacia da Mulher de Cuiabá.

Por G1 MT

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