Foto: Rogério Florentino/Olhar Direto

“Isso é natural (eventual saída). Nunca foram (da base). A gente nunca perde aquilo que não tem”, disse, em conversa com a imprensa nesta quinta-feira (14).
Atualmente o PSL tem quatro cadeiras na Assembleia Legislativa (ALMT): Delegado Claudinei, Elizeu Nascimento, Gilberto Catanni e Ulysses Moraes. Até então, enquanto os líderes partidários aguardam autorização do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – o que pode demorar mais de três meses, os parlamentares prezam pela cautela e evitam falar sobre o assunto.
Claudinei, Elizeu e Cattani tem forte ligação com Bolsonaro e declaram que irão seguir as orientações do presidente; já Ulysses, que surgiu na política pelo MBL, faz oposição ferrenha ao Governo Mauro e já deu sinais de poder deixar o partido no início do ano, quando o ex-senador Cidinho Santos se filiou, assumiu o comando e levou a sigla para a base de sustentação do governador.
Caso os quatro parlamentares continuem, o União Brasil terá a maior bancada na Assembleia, chegando a seis cadeiras; o DEM tem Dilmar Dal Bosco e Eduardo Botelho, que não dão qualquer sinal de seguir caminho diferente.
Sobre o comando do partido em Mato Grosso, Mauro voltou a refutar a possibilidade de ser o presidente estadual. Disse que apesar de até querer a função, não tem tempo para administrar o estado e conduzir a legenda para as eleições de 2022. Anteriormente, o governador adiantou que apoia o nome de Fabio Garcia, presidente regional do DEM, para o papel.




