Foto: Reprodução
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Junior passou por audiência de custódia às 16h de ontem (6). Na ocasião o Ministério Público requereu a homologação da prisão em flagrante e sua conversão em prisão preventiva. Por outro lado, a defesa, feita pela Defensoria Pública, pediu fosse concedida a liberdade provisória a Junior com ou sem a fixação de outras medidas cautelares.
O juiz citou que ele foi indiciado pela prática, em tese, dos crimes de feminicídio e tentativa de homicídio. Aparecido José da Silva havia sobrevivido ao ataque, que ocorreu no domingo (5), mas acabou falecendo na manhã de ontem (6). A morte dele ainda não constava nos autos no momento da audiência.
O magistrado afirmou que há prova da materialidade e indícios suficientes da autoria do crime, já que o próprio suspeito confirmou na audiência que tentou matar o sogro e tirou a vida de sua ex-companheira. Ao converter a prisão em flagrante em prisão preventiva o juiz citou a frieza de Junior.
“A forma como foram praticados os crimes revelam a extrema periculosidade e frieza do indiciado, que, certamente por não aceitar a separação, ceifou a vida da ex-companheira a facadas na frente da sua filha, de apenas 12 anos de idade, e ainda tentou a matar o sogro, que tentou impedir o feminicídio. Deve o indiciado, portanto, permanecer preso durante a conclusão do inquérito policial e eventual instrução criminal para garantia da ordem pública em razão da gravidade em concreto da sua conduta”




